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Compreendo e Aceito

O PIEP assume como missão ser uma entidade de referência na inovação em engenharia de polímeros, assegurando uma resposta em tempo oportuno às necessidades de I&D+i dos seus associados e clientes, com base em conhecimento diferenciado nos domínios tecnológicos estratégicos, materializando a vocação de converter ideias em produtos. Constituir-se como um parceiro de referência para a inovação no seio do tecido produtivo nacional e internacional do sector dos plásticos e afins, permitindo-lhe materializar novas ideias, base do desenvolvimento económico sustentável e da competitividade industrial.

O ECO Sustainable Rail é um dos projetos que concretiza o objetivo do PIEP. Trata-se de um projeto de valorização de plásticos mistos no desenvolvimento de travessas de caminhos de ferro eco-sustentáveis. Impulsionado pelo programa SIFIDE, sob a gestão da Agência Nacional de Inovação, o projeto conseguiu criar uma solução que contribui para a redução da deposição de plásticos mistos em aterro e responder a uma necessidade do setor ferroviário. Os incentivos fiscais fomentaram os meios que permitiram realizar três partes do processo: investigação e desenvolvimento de uma nova travessa de caminhos de ferro em plásticos mistos; análise do ciclo de vida e da avaliação ambiental; e testes e ensaios das travessas em situações reais de funcionamento.

O projeto, que compreende a participação do PIEP, CVR, Extruplás e da IP, pretende, com as valências e “know how” que cada uma das entidades possui, desenvolver uma travessa que, por um lado cumpra as exigências técnicas especificas do caminho de ferro, e por outro, desenvolver um processo produtivo adaptado à industria da reciclagem e reaproveitamento de resíduos plásticos.

O projeto encontra-se numa fase avançada de desenvolvimento, onde por um lado se trabalha na otimização do design da travessa e elementos acessórios, e por outro se aperfeiçoa não só as matérias-primas e processo de fabrico, mas já o próprio comportamento mecânico e químico do que poderá já ser o produto final,  que se espera poder vir a aplicar, ainda que ainda que condicionada a um troço experimental, no início de 2019.

 

 

"Os nossos projetos estão cada vez mais internacionais e com uma ligação direta ao tecido empresarial global. Poder pôr em prática os resultados das nossas investigações é um dos focos do PIEP, que se tornou possível com a ajuda dos fundos comunitários. Somos um CIT que se tornou internacional de mão dada com a ANI"

 

- João Cortez, Presidente do Conselho de Administração do PIEP

 

  1999 2000 2005 2010 2015
N.º de projetos apoiados 10 15 9 13 10
Financiamento atribuído 6,6M€ 10,6M€  15,5M€  4,6M€  6,3M€ 

A ANI já apoiou o PIEP em mais de 50 projetos.

 

 

Outro projeto de grande destaque do PIEP é o projecto BetterSky, promovido pelo consórcio liderado pela EEA em colaboração com o PIEP, CEIIA e CMT, que se propõe a desenvolver, testar e demonstrar novas metodologias de projecto e qualificação de aeroestruturas em ambiente better design, através de actividades complementares de IDT segundo três grandes linhas de inovação fundamentais: metodologias de desenvolvimento e qualificação de aeroestruturas; aplicação e demonstração de novos materiais e tecnologias de fabrico mais competitivas; novas tecnologias e integração de equipamentos em bancos de ensaios, com especial foco na multifuncionalidade das estruturas e na integração de sistemas e sensorização para monitorização de ensaios e operações de inspeção.

Deste projecto resultarão quatro outputs principais: 
1) metodologia integrada de desenvolvimento e qualificação de aeroestruturas assente num conceito inovador orientado para a redução de custos e peso, que a parceria designou por better design; 
2) demonstrador da metodologia aplicado a uma estrutura periférica integradora de tecnologias de fabrico estudadas ao longo do projecto; 
3) Demonstrador associado à metodologia de desenvolvimento, representando uma estrutura de controlo/sustentadora, que integrará as tecnologias e sistemas seleccionados no curso do projecto (NDT, SHM, etc.); 
4) demonstrador da metodologia de ensaios que demonstre a monitorização, integração de sistemas e sequenciação.

Esta iniciativa conta com um apoio público homologado de €7,212,361.50, tendo tido o seu início em Maio 2012 e prolongar-se-á até Janeiro 2015. A EEA assegura a coordenação global, integração e disseminação dos resultados junto dos principais players da indústria. 

 

 

O PIEP já tem mais de 17 anos de história na investigação de polímeros.

 

 

O PIEP é uma entidade privada sem fins lucrativos, que desenvolve actividades de Investigação e Desenvolvimento e se encontra sediada na Universidade do Minho. As suas competências em sistemas poliméricos avançados e compósitos, assim como a elevada qualificação dos seus recursos humanos e staff científico, tem contribuído para o desenvolvimento com sucesso de produtos e tecnologias inovadoras para a indústria. 

Materiais: Desenvolvimento, optimização de formulações e composição de materiais; Bioplásticos; Nanomateriais; Compósitos termoendureciveis e termoplásticos; Polímeros condutores; Aplicações especiais; Reciclagem e valorização de residuos em plásticos. 

Tecnologias de Processamento: Compósitos (Infusão Vácuo, RTM, Prepregue OOA); Moldação por injecção; Extrusão; Técnicas de acabamento e modificação superficial. Engenharia de Produto: Desenvolvimento de conceito; Cálculo computacional avançado; Modelação e optimização comportamental; Modelação e optimização de processos; Conceptualização de ferramentas produtivas. 

Testes e Ensaios: Caracterização Mecânica, Estrutural, Química, Reológica e Térmica, de materiais e componentes.